segunda-feira, julho 23, 2001

Vou fazer um teste
Então tá, vou voltar para o teste
Que puta saco.
As coisas ficam muito chatas quando a gente tenta colocar seriedade
Já já vem o apagão
Eu adoro quando a gente fica meio no escuro
Dá a impressão de escondido
Parei de cultivar fantasmas
Nada de ruas
Telefones
Almoços,
cafés ou sonhos românticos
As coisas estão voltando ao normal
E isso às vezes é um alívio

quinta-feira, julho 19, 2001

Pior mesmo foi a menina que fez 20 pontos. Vinte míseros pontos no pressão total! Coitada
Começou a semana NÃO.
A marca atual é meia oito
A afta passou. Que maravilha essa vida, hein!!!!

terça-feira, julho 17, 2001

vou mandar um e-mail para o mifilho
E esta afta
continua aqui

Semana Sim

Amanhã é o último dia da semana sim
Sim chocolate
Sim muitos pães
Sim arroz e feijão
Sim dormir até tarde
Sim sim sim sim sim sim sim sim sim sim
Como tem gente medíocre nesse mundo.
A Chiques fez uma entrevista com a Adélia Prado (que é uma das coisas que eu ainda vou fazer na vida) e consegiu tirar toda a poesia e a inteligência dela. Eta gente burra
O bom das velhas amigas de infância é que elas vêm com um atalho. Ou seja, dá para falar as coisas com uma economia enorme de palavras. Liguei para a Denise e não pude falar sequer uma palavra. Meu, que saco, essa mania de achar que os problemas delas são sempre os maiores do mundo. Saco sacão o maior problema do mundo é o de cada um, porque é de cada um. Não dá para transferir angústia, você pode até ser solidária, mas cada um com a sua cruz. Que saco. Nunca mais!!!!!

segunda-feira, julho 16, 2001

TETA DURA
então, tá. já que a vaca não quer fotografar eu vou comer mais doce.
O que fazem as mulheres diabéticas em dias de histeria?
chocolate não pode,
paçoquinha não pode,
bolo não pode....
tudo o que não pode
Não pode, MESMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu ODEIO as falsas tímidas. "Ah, mas tem que tirar foto? Então tô fora!"
Cacos

2kg de xícaras
1 tampo de mesa
1 rabo de gato de madeira
1 leiteira
2 cinzeiros

OH, meu são Bloguinho quando essa maré vai passar? Meu saquinho tá dilacerado e eu nessa TPM eterna

sexta-feira, julho 06, 2001

Final de Expediente

Apagão. Depois vem a luz. Os peitos já estão duros e cheios. Eu começo a vagar pelas páginas da web. Cachorro Vira-Lata. Não tem especialista, apenas um grupo de apaixonados. Acho que vou entrar nessa, mesmo gostando muitomais de gatos. Então e eu não tenho mais a mínima vontade de voltar para casa. Fico enrolando, andando em círculos e me divertindo no trajeto da Vila Madalena. Tomara que não chegue. Quem sabe mais uma música! Quem sabe o Pressão Total (putz, hoje eu fiz 180 pontos. Só errei o nome da música do Oasis !). Ai que vontade de sair sem bolsa, sem documento ...e já que eu cheguei até aqui, vamos lá, e sem lenço também. Queria me divertir anonimamente. Ser eu, simplesmente eu mesma. Sair correndo, ter coragem,ser dona do meu corpo.... deixa pra lá. Melhor ir para casa antes que os peitos comecem a vazar.
Medidas

Minhas roupas novas estão largas e as antigas nãoservem. O QUE EU FAÇO??????????????????????????????????
Estou menos histérica, pois finalmente consegui fazer as unhas hoje. Ontem na feira o velho da porongaba mudou o texto. Me ofereceu coco ralado. Ainda não sei e éporque eu estava de calça vermelha (tão justa que dava até pra ver a celulite), se porque eu estava como meu filho ou se o velho me achou menos necessitada de porongaba. Vai saber

quarta-feira, julho 04, 2001

Ainda não escolhi com qual fantasia vou me atirar do heliponto. Quem sabe uma Carmem Miranda?

terça-feira, julho 03, 2001

Auto pesquisa

Hoje me pesquise na internet. Surpresa: são duas páginas de ocorrência e todas sobre vida e obra da minha pessoa. Eu sou o máximo!

segunda-feira, julho 02, 2001

Apego

Este final de semana eu plantei uma jabuticabeira. Não é o máximo? Me senti eternizada naquela pequena árvore, que há de subir frondosa e dar muito frutos.
E, para quem acha que já foi, continuo com idéia fixa!!!!
Desapego

Ás vezes é bom ter a sensação de ter sangue de barata correndo nas veias. Ontem à noite não senti nadinha nadinha ao ver a minha coleção de xícaras de café desabarem da estante e espatifarem-se no chão. Sobraram só duas. E sem os pires. Foram aquelas de minha avó, da minha mãe, a que eu costuma tomar leite quando era criança. Para não dizer que não senti nada, fiquei literalmente de boca aberta olhando e ouvindo aquela catarse em porcelana (o som é impressionante!), e pensando: Ai, meu Deus, ainda bem que ninguém se machucou!!! Me senti um pouco uma tia velha. Pobre do gato, como ele ficou assustado! E o Pablo, então! Enquanto recolhia os cacos - acho que tinha dois quilos – não parei de pensar que aquilo poderia ser uma morte que o destino decidiu mudar. Fiquei aliviada, estranhamente aliviada.